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Podas de ramos de videiras devem ser atrasadas ao máximo

Clima irregular comum na região, pode ocasionar prejuízos se geada acontecer em ramos não cicatrizados

Ao limitar o número e o comprimento dos sarmentos, a poda proporciona um balanço racional entre o vigor e a produção, regularizando a quantidade de uva produzida e sua qualidade. Visando uma produção com maior rendimento e menos riscos para os fruticultores, a Estação Experimental de Videira – Epagri, através de seu engenheiro agrônomo, André Külkamp, orienta que as podas dos ramos de videiras sejam atrasadas ao máximo, para que assim evitem-se problemas ocasionados pela condição climática muito variante em nossa região.


Para as frutas de caroço, no entanto, as podas já foram realizadas, ficando agora uma atenção maior em possíveis geadas, que causariam danos a produção. De acordo com André, o ideal seria dias de tempo aberto e quente para uma polinização mais uniforme.

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