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Fecam e Butantan assinarão documento que atesta interesse das cidades de SC em comprar a Coronavac

Vacina contra a Covid-19 ainda precisa ser aprovada pela Anvisa

A vacina contra a Covid-19 que está mais próxima de ser disponibilizada no Brasil é a da farmacêutica chinesa Sinovac. Em solo brasileiro, a imunização, batizada de Coronavac, está sendo produzida em parceria com o Instituto Butantan. O Governo de São Paulo anunciou nessa segunda-feira, dia 7, que vai começar a aplicar as doses na população a partir de janeiro de 2021 e os municípios de Santa Catarina também possuem interesse na vacina. 

A Coronavac está em sua fase três de desenvolvimento no país, que é a última etapa de estudo antes da obtenção do registro sanitário e a disponibilização para a população. A vacina ainda precisa ser aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Mas nesta quarta-feira, dia 10, a equipe técnica da Fecam, além de prefeitos catarinense estarão em São Paulo. A federação assinará um protocolo de intenções com o Instituto Butantan. O documento formaliza o interesse dos municípios de Santa Catarina em adquirir a vacina, do laboratório Sinovac, após a aprovação da Anvisa. 

“A Fecam está sendo protagonista junto com o Instituto Butantan. Para nós é uma grande satisfação. Permitirá os municípios catarinenses a terem acesso à vacina Coronavac. Será um importante instrumento do combate e da imunização contra a Covid-19 no nosso país. Para os municípios catarinense, tenho certeza que é um avanço. Assim que for aprovada e disponibilizada em São Paulo, Santa Catarina será um dos primeiros Estados a ter acesso a essa importante vacina, principalmente os profissionais de saúde, que estão na linha de frente”, destacou o prefeito de Rodeio e presidente da Fecam, Paulo Weiss.

A assinatura deverá ser formalizada entre as entidades, representadas por Weiss e pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Tadeu Covas. As negociações para a construção do protocolo foram intermediadas pelo secretário de Turismo do Estado de São Paulo, o catarinense Vinicius Lummertz. “Nós só temos a aplaudir a agilidade da Fecam para a obtenção da vacina por meio do Instituto Butantan, sem se deter, em momento algum, a questões que saiam do âmbito da ciência. Isto permitirá aos municípios uma opção a mais, com o intuito de salvar vidas e minimizar a letalidade da Covid-19”, pontuou Lummertz.

O custo das duas doses previstas para imunização, segundo a consultoria da Fecam, custam em média R$ 60 (R$ 30 cada dose). A vacina Coronavac poderá ser distribuída em todos os municípios brasileiros, independente das suas condições, sem complicações em relação a logística e conservação. A Coronavac é adaptada às condições brasileiras, pode ser transportada a temperatura de geladeira (de 2 ºC a 8 ºC), tem validade longa de três anos e pode ficar até 27 dias em temperatura ambiente (fora da geladeira) sem perder as suas características. 

“De todas que se anunciam próximo a uma aprovação pela Anvisa, é a mais barata e mais fácil de logística e armazenamento”, acrescenta o consultor em Saúde da Fecam, médico e especialista em saúde pública, Jailson Lima. Mesmo que aprovada pela Anvisa, não deverá ser disponibilizada a toda a população. Caberá atender num primeiro momento grupos prioritários, de acordo com critérios a serem definidos em plano de imunização elaborado pelo Ministério da Saúde (MS).

Informação Rádio Vitória/FECAM

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