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Após morte por febre amarela em SC, médico recomenda manter a atenção

A vacinação, além de gratuita, é a forma mais eficaz na prevenção da doença

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC) confirmou pelo Instituto Carlos Chagas (ICC) – Fiocruz do Paraná o diagnóstico laboratorial de febre amarela para o óbito de um paciente de 36 anos, residente em Joinville, ocorrido no último dia 12 de março.

Santa Catarina não registrava casos de febre amarela em humanos desde 1966. O homem não tinha registro de vacina no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI).

A Campanha Estadual de Vacinação contra a Febre Amarela está sendo realizada desde o dia 20 de março e seguirá até 20 de abril, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive). Nesse período, todos os catarinenses, a partir de 9 meses de idade, devem procurar uma unidade de saúde para a vacinação contra a doença. O Doutor Amarildo Moro Ribas, lembra sobre a importância da vacina, uma vez que com a morte ocorrida de forma autóctone no estado, a chance de que o vírus esteja circulando pela região está ampliada.

 

O médico lembra que a vacina é oferecida pelo SUS de forma gratuita para crianças a partir de 09 meses de vida. De acordo com Amarildo, anos atrás a vacina não era considerada fundamental, já que a doença estava erradicada no estado desde o ano de 1966.

 

Amarildo salientou que toda vacina pode oferecer como consequência algum tipo de complicação, muito embora, sejam raríssimos os casos em que existam complicações em decorrência da aplicação. Para Amarildo, o custo benefício supera qualquer risco.

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