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A agonia das comunidades: burocracia e exigências dificultam atividades

Algumas capelas decidiram interromper promoção de eventos

Exigências, burocracia, falta de apoio, carência de novas pessoas envolvidas nas coordenações são alguns dos problemas enfrentados por diversas comunidades. A RBV Rádios mostrará a realidade em uma série de reportagens chamada “A agonia das comunidades”. A primeira reportagem detalha quais são as dificuldades enfrentadas e traz casos mais graves, em que comunidades terão que fechar as portas. A reportagem é de Ramon Gabriel da Rádio Vitória:

Trabalhar em comunidade está mais difícil a cada dia. Essa é a realidade enfrentada por muitas capelas, associações, clubes, igrejas de diferentes crenças e outros grupos que se reúnem em torno de algum interesse em comum. As dificuldades são muito maiores do que manter a estrutura funcionando. Promover eventos e mobilizar pessoas novas para assumir responsabilidades é tão difícil que coloca em risco a existência de muitas comunidades.

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No município de Videira os membros da comunidade do bairro São Cristóvão tem sentido muita dificuldade para manter viva uma comunidade com quase 50 anos de história. Lino Trentin, membro da comissão da capela salienta que o custo é muito maior que apenas o financeiro.


O número de exigências, adequações e documentos necessários para manter uma comunidade ou promover um evento é grande. A burocracia dificulta e até inviabiliza algumas promoções. Para realizar a festa do padroeiro mais de uma dezena de documentos foi emitida, explica Lino. Não bastasse isso, alguns procedimentos são exigidos, mas nem mesmo quem exige sabe orientar como proceder.


A partir de novembro de 2019 as comunidades videirenses que não se adequarem às normas de acessibilidade não terão o alvará liberado. As dificuldades desestimulam os membros a prosseguirem com o trabalho. Lino teme que muitas comunidades encerrem as atividades, pois a manutenção da estrutura e a promoção de eventos está se tornando inviável.


Algumas comunidades que não terão recursos para as adequações já decidiram encerrar as atividades. Esse é o caso da Capela São José no bairro Santos Dumont. A pequena comunidade necessitaria investir em torno de R$75 mil reais para a instalação de um elevador que seria usado apenas uma vez por ano, além de dois banheiros adaptados. Ângela Scuzziatto Padilha, coordenadora da catequese, fala que apenas as atividades religiosas serão mantidas.

 

Fonte: RBV Rádios

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